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(publicado em setembro de 2018)

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Competências informáticas relacionadas com a educação

Portugal é um dos seis países da União Europeia onde mais de metade da população não possui competências informáticas básicas ao nível da informática.

 

De acordo com um estudo realizado pelo instituto europeu de estatística Eurostat, relativo ao ano de 2005, a Itália, a Grécia, a Hungria, Portugal e Chipre são os países com maiores índices de desconhecimento informático na Europa. Em Portugal, este analfabetismo informático atinge 54 por cento da população, que é considerada incompetente, segundo os seis critérios utilizados no estudo.

No extremo oposto, são essencialmente os países nórdicos que apresentam melhores indicadores, destacando-se nos primeiros lugares a Dinamarca e a Suécia.

A educação é um factor considerado determinante para o desenvolvimento de competências informáticas por parte da população. Em Portugal e nos outros estados-membros, apenas um por cento dos estudantes e cinco por cento dos cidadãos com um grau de educação superior revelam falta de competências informáticas.

A idade também tem um impacto significativo nos resultados. Segundo os dados revelados pelo estudo, a maioria (83 por cento) dos jovens portugueses entre os 16 e os 24 anos sabem trabalhar com o computador, percentagem que desce para 51 por cento no grupo etário entre os 25 e os 54 anos.